4 de mai. de 2014

FENÔMENOS SOCIAIS COMO SINAL DE IMINENTE JUÍZO

 “18 Pois do céu é revelada a ira de Deus contra toda a impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça. 19 Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. 20 Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis; 21 porquanto, tendo conhecido a Deus, contudo não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. 22 Dizendo-se sábios, tornaram-se estultos... 24 Por isso Deus os entregou, nas concupiscências de seus corações, à imundícia, para serem os seus corpos desonrados entre si; 25 pois trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura antes que ao Criador, que é bendito eternamente. Amém. Rom. 1.18-25. ”.
OBJETIVO.
Este sermão tem o propósito de introduzir certos esclarecimentos para nossa sociedade cristã de a fim dela entender o período em que vive e ter um comportamento sóbrio de acordo com as Escrituras.
INTRODUÇÃO.
Sem dúvida, estamos vivendo nos últimos tempos. Pois os sinais escatológicos anunciam isso. Torna-se inquestionável o resultado das evidências quer bíblica, cientifica ou climática de que o mundo está se direcionando para um colapso. Tais evidências e comprovações podem ser observadas conforme Mt.24:
  • Através do cosmos. (Surgimento de sinais solares e lunares, bem como o aumento de asteroides que se deslocam contra a terra).
  • Através da terra e suas mudanças climáticas. (O aumento do aquecimento global, das catástrofes climáticas, dos terremotos, etc.).
  • Através do comportamento da humanidade. (Guerras, conturbações sociais e a devassidão generalizada).
Sem duvida, esses fenômenos não podem ser menosprezados e indicam a manifestação de algo glorioso a aterrador a surgir já profetizado desde a antiguidade.

ANÁLISE E CARACTERÍSTICAS.
Todavia, nos dedicaremos aos fatores que comprovam os finais dos tempos por meio dos sinais que evidenciam as mudanças no comportamento da humanidade. Para isso devemos responder a seguinte pergunta:
Quais são as mudanças comportamentais da humanidade que evidenciam a volta de Jesus Cristo e o iminente juízo de Deus? Observe o texto acima e veremos.
porquanto, tendo conhecido a Deus, contudo não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram...” Rom.1.21.
O texto sagrado faz a seguinte afirmação: tendo conhecido a Deus... antes nas suas especulações se desvaneceram.
Tais atitudes de especulação e desvanecimento pode ser identificada a partir do Século XVI com o surgimento do humanismo e tem permeado os séculos por meio do racionalismo e de muitas filosofias da modernidade, nas quais, a sociedade intelectual propositadamente quis rejeitar Deus, ou a ideia de Deus em seu contexto social.
Sendo assim, buscaram conjecturas para afastar a crença de Sua existência, de Seus atributos e de Suas ações na história da humanidade por meio de hipóteses ardilosamente elaboradas.
Porque a sociedade intencionalmente quis revogar a crença na existência de Deus? Qual é o “aparente” ganho com isso? Justamente porque havia uma predisposição a rejeitar Deus e seus conceitos que inconscientemente restringiam a libertinagem humana através do conceito de pecado ou culpa. Ora, pois, no entendimento deles, “se não há Deus, destarte, não há condenação das coisas que Ele abomina e onde o prazer humano aprova, logo, não há mais culpa”.
Assim, a sociedade começa a mudar quando exclui Deus do centro das ações humanas e coloca o próprio homem e seus interesses com sede e destino de suas ações; tornando-se assim, de uma sociedade teocêntrica para uma sociedade antropocêntrica, por conseguinte, hedônica e egoísta.
Doravante, ficou explicitamente intencional extrair a ideia de Deus em todos os campos do saber humano e até mesmo hostilizá-lo. Principalmente quando se utilizou da prerrogativa cientifica para afirmar isso.
... e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se estultos”. Rom.1.21,22.
CLASSIFICAÇÃO.
CIÊNCIA
Foi quando Charles Darwin propagou sua teoria da “evolução das espécies” e o surgimento do homem não como um ser criado por Deus, mas resultado de sucessões contínuas de evoluções de primatas em meio a um cenário mundial favorável a rejeição a Deus na sociedade intelectual, o qual encontrou “eco” em todos os campos do saber.
É muito importante você entender que tipo de falácia está por trás disso, pois no entendimento deles: “se o homem não é uma criatura, logo não precisa prestar contas a um criador”. Assim ele seria um ser evoluído de si mesmo em constantes mutações devendo prestar contas a si próprio.
LITERATURA
Desta forma, surgiu “eco” na literatura com o “naturalismo”, onde afasta o conceito de um Deus pessoal e atuante e conduz a humanidade ao conceito vago, panteísta ou deísta do divino. No sentido de que Deus já não está mais no controle, ou se estivesse, já não estaria mais interessado no ser humano.
Isso fez com que a humanidade não tratasse mais sobre o tema “Deus”; na qual, o assunto sobre religião passou a ser algo obsoleto; por isso o ser irreligioso procura renegar o nome de Deus, através de sua arrogância, falando apenas de conceitos como "divino ou divindade" se escondendo atrás de expressões vagas e nebulosas de conotação panteísta. Quando as pessoas comentam, o fazem de forma discreta e envergonhada com sinônimos vagos como: Força superior, o divino, etc. Na verdade, o astuto satanás coloca vergonha nas pessoas quando vão comentar coisas a respeito de Deus e seu Reino.
MEDICINA
Agregado aos demais campos, na medicina o “eco” se propagou dentro do campo da psicanalise com fortes índices egocêntricos. Em última instância, o conceito acerca de Deus seria apenas oriundo de uma formação cultural moralista de nossos antepassados e da imago de nossos pais para construção do SUPEREGO a fim de predispor o sentimento de culpa, tornando-se repressor da libido e pelo EGO. Assim, a alienação e a negação desse conceito são métodos apresentados como mecanismo de defesa para afastamento e supressão da culpa.
A intensão era a destituição completa da religiosidade humana; com isso, alguns psicólogos presumiam substituir a cadeira de pastor na função de orientador espiritual. Todavia, Deus tem levantado psicólogos cristãos, os quais, também nós entendemos que é possível adequar perfeitamente o trabalho do psicólogo com relação à saúde da alma e o de pastor com relação à salvação da alma.
O que tais pessoas ignoravam a respeito disso é que com a ausência de Deus no coração humano, no entanto, se estabelece um vazio existencial que nem o homem, nem o Estado, tampouco o dinheiro e os prazeres podem preencher. Ocasionando uma neurogenia de massa na sociedade, numa noogene, isto é, causada por um vazio existencial que resulta numa neurose sociogênica.
FILOSOFIA
Na filosofia o “eco” encontrou respaldo com o pensamento de Friedrich Nietzsche (1844-1900) e sua absurda ideia da morte de Deus. Nietzsche não refere à inexistência de Deus, mas seuassassinatopela cultura; cujas conclusões levam a sociedade a raciocínios e posturas nefastas.
ECONOMIA
Não admira que o florescimento do capitalismo seja contemporâneo do evolucionismo ou da filosofia de queDeus está morto. Pois, na economia existe o rompimento do equilíbrio entre “o estado de natureza igualitária x a meritocracia” estabelecendo critérios inescrupulosos na opressão da mão de obra servil ocasionando a injustiça econômica e social. Ou seja, o homem corrompendo-se a si mesmo passa a corromper o próximo.
POLÍTICA
Na política, o “eco” encontrou reflexos através de Karl Marx que pelo “comunismo” e suas políticas socialistas que buscaram negação a Deus ocasionou a falência de Estados através de seus regimes totalitários. O socialismo, percebendo que o capitalismo se tratava apenas de uma construção, um modelo, mas dentro do mesmo paradigma de Nietzsche (da ausência de Deus), propôs a ocupação do vazio com o próprio homem ou este próprio de forma coletiva (Estado). O homem deixou de servir a si mesmo para servir ao “Estado”, o Estado e a Pátria tornaram-se seus deuses.
EDUCAÇÃO
Com a ausência do temor a Deus, a sociedade perdeu os parâmetros da disciplina, da construção da moral e dos valores sociais; agora, na inobservância de um prestar contas a Deus não há mais “um prestar contas a quem”; assim a textura conceitual de respeito e de autoridade foi corrompida, portanto se estabelece uma anarquia geral dos valores e desrespeito como um todo. A educação entra no caos e a sociedade sofre com a ruptura contínua de valores a cada geração.
ARTES
Por fim, o homem passa ser o foco central e objeto de desejo, cujas paixões desenfreadas pelo prazer momentâneo geram a devassidão. Os veículos de entretenimento e lazer promulgado pelas artes despertam a libertinagem desenfreada na busca pela imoralidade sem limites.
Deveras, assistir a um programa artístico nesses últimos tempos passa ser uma tortura a moral e aos bons costumes por causa das constantes apologias a licenciosidade e críticas à fé daqueles que se opõe e nos hostilizam mediante a arte devassa.
COLAPSO DA SOCIEDADE
Olhando em retrospectiva tanto pela história secular quanto pela Palavra de Deus, percebe-se de forma óbvia o porquê tais sociedades que aderiram a este modelo sofreram destinos frequentemente cruéis e tem se encaminhado para um colapso dos valores sociais e degeneração do mesmo.
Pois deixaram os mananciais de águas vivas e cavaram cisternas rota que não podem conter.
12 Espantai-vos disto, ó céus, e horrorizai-vos! Ficai estupefatos, diz o SENHOR. 13 Porque dois males cometeu o meu povo: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas. Jer.2.12,13.
24 Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si; 25 pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!” Rm.1.24,25.
Isto porque, se retirarmos Deus da humanidade, simplesmente a humanidade não é nada. Sem Deus o homem é nada! Porque é Deus que constrói e fundamenta o sentido da existência humana.

A AÇÃO DE DEUS A TODOS ESSES FASTORES.
Ora, nessa relação temos que presumir que se a humanidade assume seu livre arbítrio em rejeitar a Deus de seu convívio social e a ideia de Deus da sua crença; portanto, é razoável acreditar que, na mesma relação, Deus também tem o direito para pensar no que fará acerca do homem.
Porém, sabemos de uma coisa: Deus é um Deus de princípios e ele não invalida seu caráter e Palavra.
7 Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará. 8 Porque o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna. Gl.6.7,8.
No tocante a esse ponto, podemos afirmar que as Escrituras já afirmam como tem sido seu posicionamento em questão. Isto é, para esses que propositadamente tem rejeitado a Deus e intencionalmente refutam sua comunhão com Ele, o mesmo Deus permite que tal pessoa seja desonrada e humilhada em seu próprio comportamento.
28 E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes, Rm.1.28.
Tal procedimento divino é corroborado pela descrição de vinte e uma condutas de alguém degenerado (3X7=21; máxima da atribuição do pensamento judaico). Observe as descrições abaixo e verás que tais atitudes não são meros procedimentos, mas uma conduta que vai continuamente afundando em torpezas e pecado até gerar o juízo, morte e destruição.

(1) cheios de toda injustiça, (2) malícia, (3) avareza e (4) maldade; (5) possuídos de inveja, (6) homicídio, (7) contenda, (8) dolo e (9) malignidade; (10) sendo difamadores, (11) caluniadores, (12) aborrecidos de Deus, (13) insolentes, (14) soberbos, (15) presunçosos, (16) inventores de males, (17) desobedientes aos pais, (18) insensatos, (19) pérfidos, (20) sem afeição natural e (21) sem misericórdia. 32 Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem. Rom.1.29-32.
Observe como Paulo argumenta esse assunto em outra ocasião:
Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão (1) egoístas, (2) avarentos, (3) jactanciosos, (4) arrogantes, (5) blasfemadores, (6) desobedientes aos pais, (7) ingratos, (8) irreverentes, (9) desafeiçoados, (10) implacáveis, (11) caluniadores, (12) sem domínio de si, (13) cruéis, (14) inimigos do bem, (15) traidores, (16) atrevidos, (17) enfatuados, (18) mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, (19) tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes. (20) Pois entre estes se encontram os que penetram sorrateiramente nas casas e conseguem cativar mulherinhas sobrecarregadas de pecados, conduzidas de várias paixões, (21) que aprendem sempre e jamais podem chegar ao conhecimento da verdade. E, do modo por que Janes e Jambres resistiram a Moisés, também estes resistem à verdade. São homens de todo corrompidos na mente, réprobos quanto à fé; eles, todavia, não irão avante; porque a sua insensatez será a todos evidente, como também aconteceu com a daqueles. 3 Tm.3.1-9.
Ora, todas essas características acima exposto representa um nível de aprofundamento na degeneração que ocasionará no juízo vindouro.
5 Mas, segundo a tua dureza e coração impenitente, acumulas contra ti mesmo ira para o dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus, Rm.2.5.

Além disso, Jesus Cristo deixou claro que estas evidências de degeneração moral serviriam como sinal da liberação do juízo divino, tal qual, como ocorreu nos dias de Noé e também nos dias de Ló quando ambas sociedades se depravaram em seus comportamentos demonstrando serem merecedoras do castigo; compare esses textos:

24 porque assim como o relâmpago, fuzilando, brilha de uma à outra extremidade do céu, assim será, no seu dia, o Filho do Homem. 25 Mas importa que primeiro ele padeça muitas coisas e seja rejeitado por esta geração. 26 Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem: 27 comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e destruiu a todos. 28 O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; 29 mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu a todos. 30 Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar. 31 Naquele dia, quem estiver no eirado e tiver os seus bens em casa não desça para tirá-los; e de igual modo quem estiver no campo não volte para trás. 32 Lembrai-vos da mulher de Ló. 33 Quem quiser preservar a sua vida perdê-la-á; e quem a perder de fato a salvará. Lucas 17.24-33

4 Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo; 5 e não poupou o mundo antigo, mas preservou a Noé, pregador da justiça, e mais sete pessoas, quando fez vir o dilúvio sobre o mundo de ímpios; 6 e, reduzindo a cinzas as cidades de Sodoma e Gomorra, ordenou-as à ruína completa, tendo-as posto como exemplo a quantos venham a viver impiamente; 7 e livrou o justo Ló, afligido pelo procedimento libertino daqueles insubordinados 8 (porque este justo, pelo que via e ouvia quando habitava entre eles, atormentava a sua alma justa, cada dia, por causa das obras iníquas daqueles), 9 é porque o Senhor sabe livrar da provação os piedosos e reservar, sob castigo, os injustos para o Dia de Juízo, 2 Pe.2.4.
Assim, torna-se propício a alusão daquele versículo em Apocalipse no sentido de alertar os cristãos a não estarem nas mesmas práticas:
11 Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se. 12 E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras. Ap.22.11,12.
Eu sei que a sociedade busca encontrar um evangelho de um Deus bonzinho que ama a todos e que faz vista grossa ao pecado, a injustiça e a corrupção. Mas, devemos proclamar que Deus também é SANTO E JUSTO. Que não toma ninguém por inocente e não faz acepção de pessoas.
Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra? Lucas 18.8


A AÇÃO DA IGREJA DIANTE DESSE TEMA
  1. NÃO SE ABALAR
Assim, não devemos ficar abalados quando surgirem notícias de catástrofes e calamidades, e até mesmo estar estarrecido pelo aumento da promiscuidade, mas tomá-las como um sinal de que Deus conclama as pessoas ao arrependimento e mudança de atitudes, pois tais coisas são indícios do fim dos tempos e foram profetizadas desde o início a fim de que permaneçamos firme na fé, no propósito e na santidade.
12 E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos. 13 Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. 14 E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. Mt.24.12-14.

  1. SE ARREPENDER
Isto serve tanto para aqueles que se dizem ser povo de Deus como para aqueles que não são.
Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada; ora, se primeiro vem por nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus? 1 Pedro 4:17
é porque o Senhor sabe livrar da provação os piedosos e reservar, sob castigo, os injustos para o Dia de Juízo, 2 Pedro 2:9
18 A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; Rom.1.18.
Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios. 2 Pedro 3:7
  1. ANUNCIAR O EVANGELHO DO ARREPENDIMENTO
Da mesma forma somos conclamados a não perder a oportunidade e anunciar o Evangelho do Arrependimento e afirmar que o Reino de Deus está próximo Mc.1.15. Observe como Paulo desenvolve seu argumento:
18 A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; Rom.1.18
7 a vida eterna aos que, perseverando em fazer o bem, procuram glória, honra e incorruptibilidade; 10 glória, porém, e honra, e paz a todo aquele que pratica o bem, ao judeu primeiro e também ao grego. Rm.2.7,10.
8 mas ira e indignação aos facciosos, que desobedecem à verdade e obedecem à injustiça. 9 Tribulação e angústia virão sobre a alma de qualquer homem que faz o mal, ao judeu primeiro e também ao grego; 11 Porque para com Deus não há acepção de pessoas. Rm.2.8,9,11.
Ora, Deus está por julgar a humanidade corrompida e que pratica o mal, distinguindo entre aquele que faz o bem e não faz. Todavia, apesar de seus constantes julgamentos Ele espera para que no meio disso alguns possam a se arrepender, por meio de sua bondade, tolerância e paciência.
2 Bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade contra os que praticam tais coisas... 4 Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento? 6 que retribuirá a cada um segundo o seu procedimento: Rm.2.2,4,6.

  1. REDIMIR OS CAMPOS DO SABER
Finalmente, somos conclamados por Deus para que possamos remir estas áreas do saber e colocar pessoas autênticas ou genuinamente cristãs a fim de que expressem a sabedoria que provem de Deus e não está contaminada com as intenções do mundo, suas hostilidades quanto a fé e suas depravações.
Isto é, enquanto Jesus não voltar, devemos estabelecer e formar pessoas em todos estes campos do saber a fim de se contraporem a ciência que procede da árvore do conhecimento do bem e do mal: Na ciência, na literatura, na medicina, na filosofia, na política, na economia, na educação e as artes.
CONCLUSÃO.
Sendo assim somos conclamados por Deus mediante a sua bondade ao arrependimento e anunciarmos as pessoas que estão a deriva que tais precisam se encontrar com Deus e serem transformadas pelo Evangelho e pela obra salvadora de Jesus Cristo.
APELO.
Quantos querem aceitar a Jesus?

Quantos se propõe a viver uma vida santa diante de Deus?

22 de abr. de 2014

A OBRA DA CRUZ

Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo. Gálatas 6.14  

OBJETIVO. 
Este sermão tem a proposta de realçar os direitos e qualidades de nossa posição em Cristo demonstrando diversas características adquiridas através de Jesus Cristo e sua obra na Cruz no sentido de demonstrar o quão importante foi a Obra da Cruz realizada por Jesus Cristo por nós.

INTRODUÇÃO. 
Muitos descrentes ao observarem a obra da cruz em sua visão natural pensam que tal gesto praticado por Jesus parece ser de derrota e não de vitória.
Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus. Mas nós pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios; 1 Coríntios 1.18,23
  
Ora, se os descrentes têm esse entendimento errado acerca da crucificação de Cristo é porque eles não entendem o que de fato Cristo fez por nós e em que posição ele nos colocou através de sua morte vicária.
Na verdade, a Obra de Jesus na cruz do calvário nos deu uma posição espiritual inigualável. Observe que a obra da Cruz gerou em nós um processo de reconciliação nunca visto antes.

e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus. Colossenses 1.20  

13  Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo. 14 Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derribado a parede da separação que estava no meio, a inimizade, 15  aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse, em si mesmo, um novo homem, fazendo a paz, 16  e reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por intermédio da cruz, destruindo por ela a inimizade. 17  E, vindo, evangelizou paz a vós outros que estáveis longe e paz também aos que estavam perto; 18  porque, por ele, ambos temos acesso ao Pai em um Espírito. 19  Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus, Ef.2.13-18.

Através do que Jesus fez por nós na cruz. Essa nova posição em Cristo nos dá diversos direitos e autoridade do qual vale muito ter conhecimento a respeito. Ciente de que esse conhecimento além de esclarecedor leva-nos a adquirir o entendimento de nossa postura de fé e de autoafirmação nEle. 
tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu- o inteiramente, encravando-o na cruz; e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz. Colossenses 2.14,15.

1. Vejamos um exemplo do que Jesus fez por nós:
Em Cristo Jesus nos somos filhos de Deus, adotados, herdeiros de Deus coerdeiro em Cristo. 
14  Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. 15  Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai. 16  O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. 17 Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados. Rom. 8.14-17.


2. Vejamos um exemplo de onde nós estamos:
Estamos assentados em Cristo nos lugares celestiais. 
4 Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, 5  e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, —pela graça sois salvos, 6  e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; Ef.2.4-6.

3. Em Cristo Jesus nos somos benditos. 
3 Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, 4  assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor 5  nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, 6  para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado, 7  no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça, Ef 1.3-7.


ANÁLISE E CARACTERÍSTICAS.

Existe uma implicação legal, naquilo que Jesus fez através da obra da cruz, essa abrangência da salvação, proposta por Deus pai, por intermédio de Jesus Cristo, mediante Seu sacrifício vicário - morte substitutiva - fará diferença para a vida cristã vitoriosa; observemos:
O pecado levantou uma grande barreira entre Deus e o homem. Devido a este erro, o homem, sofreu quatro consequências:

1. A ira de Deus: O caráter santo de Deus foi ofendido, despertando Sua ira em relação ao pecado. Jo 3.36

2. A dívida de pecado: O homem contraiu dívida com Deus. Is 59.2, Rm3.9,5.12, I Co 15.56

3. Escravo de satanás O pecado tornou o homem escravo de satanás Ef 2.1-3 e escravo da lei e do pecado Jo 8.34, Cl 1.13, I Pe 2.9

4. Morte espiritual: A desobediência leva o homem a alienar-se de Deus; no dia em que o homem pecou, o pecado trouxe a morte espiritual. Gn 2.17, 3.19, Rm 6.23, Ef 2.1

Devido ao pecado, o homem estava apartado de Deus, por esta razão, Jesus Cristo foi enviado pelo Pai, para morrer no lugar da humanidade e reconciliá-la com Deus (2 Co 5.21), garantindo, assim, vida eterna a todos os que creem. Dessa forma, gostaria de destacar algumas características do que Ele fez por nós através da Obra da Cruz:

1. Em Cristo Jesus nos somos justificados e como resultado dessa justificação, foi extraída a ira de Deus por causa de seu sangue.
1 Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; Rom.5.1.

2. Em Cristo Jesus nos somos perdoados porque Ele levou sobre si nossas dívidas de pecados. 
12 Filhinhos, eu vos escrevo, porque os vossos pecados são perdoados, por causa do seu nome. 1 Jo.2.12.

Em Cristo Jesus por causa desse perdão nos somos santificados. 
à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso: 1 Co.1.2

3. Em Cristo Jesus nos somos redimidos da escravidão da Lei e de Satanás. 
tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu- o inteiramente, encravando-o na cruz; e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz. Colossenses 2.14,15.
Em Cristo Jesus nos somos libertos de qualquer prisão ou maldição espiritual. 
32  e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará...36  Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. Jo. 8.32,36.

Em Cristo Jesus nos somos livres. 
16  como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da malícia, mas vivendo como servos de Deus. 1 Pe.2.16.
4. Em Cristo Jesus nos somos vivificados através de sua morte vicária livrando-nos da morte espiritual e o poder que ela tinha sobre o ser humano. 
Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, Ef 2.1.

Em Cristo Jesus nos somos curados. 
carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados. 1 Pe.2.24.
11  Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita. Rm.8.11.

Em Cristo Jesus nos somos regenerados. 
23  pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente. 1 Pe.1.23.
Em Cristo Jesus nos somos nova criatura e novo homem. 
17  E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas. 2 Co 5.17
Em Cristo Jesus nos somos transformados a Sua imagem em glória. 
17  Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. 18  E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito. 2 Co.3.17,18.

Em Cristo Jesus nos somos glorificados. 
17 Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados. Rom. 8.17.

Em Cristo Jesus nos somos santuários do Deus vivo e templo do Espírito Santo. 
Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado. 1 Coríntios 3.16,17  
Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? 1 Coríntios 6.19  
Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.2 Co.6.16.

CONCLUSÃO.
Diante de tantos benefícios efetuados por Jesus na Cruz do Calvário, como não abraçaríamos tão grande salvação. Assim, podemos afirmar que nos apropriamos de cada um desses atos gloriosos de Cristo mediante nossa fé em sua obra redentora na cruz.
Obrigado Senhor Jesus!

8 de abr. de 2014

CRISTO É NOSSA PLENITUDE

e tendes a vossa plenitude nele, que é a cabeça de todo principado e potestade” Col 2.10

OBJETIVO.
O presente sermão trata do privilégio de nós termos em Jesus Cristo toda nossa suficiência.

INTRODUÇÃO.
Começo este sermão com as seguintes reflexões: Tem Cristo preenchido por completo sua vida? Será que Jesus é todo o suficiente para você? É possível que em Cristo você tenha encontrado tudo o que necessita? Permita-me responder: Na verdade, tudo o que o ser humano precisa está em Jesus.
Jesus deve completar todos os nossos anseios: quer sejam anseios espirituais, pessoais, relacionais, financeiros, propósitos, etc. Jesus deve ser a fonte de tudo que precisamos para que tenhamos uma vida plena de salvação, paz e propósito.

... eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. Jo.10.10b

Jesus além de ser o modo pelo qual nós encontramos em Deus salvação, é nossa suficiente fonte de vida e recursos para que tenhamos nossa vida bem resolvida.
Podemos afirmar que se alguém não está bem resolvido com Cristo, então não tem sua vida bem resolvida. Sua vida é mal resolvida aos seus olhos e do ponto de vista dos outros. Consequentemente, pessoas mal resolvidas na vida, de fato, são mal resolvidas com Deus.
Complemento com outras indagações: Você tem sua vida bem resolvida consigo mesmo ou sofre com conflitos pessoais? Tens uma vida resolvida nos relacionamentos e com próximo ou sofre com conflitos sociais? Está sua vida bem resolvida com Deus ou passa por conflitos espirituais? Caso sua resposta seja negativa e inclinada aos conflitos é porque você ainda não aprendeu a colocar Jesus como toda a sua suficiência. Ou seja, Cristo ainda não é tudo para você! Permita Cristo tornar-se tudo para você.
LOUVOR 1: JESUS VIVO ESTÁ.

DEFINIÇÕES.
Hoje, encontramos muitas pessoas com sérios distúrbios e conflitos tanto pessoais quanto nos relacionamentos. Tais se afligem pelas exigências da vida e por si mesmas; se perturbam pelos outros e são oprimidas por demônios.
Portanto, muitas delas vivem uma vida superficial fundamentada na fugacidade do prazer como fonte de felicidade. Desta forma, elas são conflitivas porque buscam a felicidade de modo errado.
Muitos buscam felicidade de forma egoísta e estoica; como se a razão de sua existência fosse para si mesma a fim de fazer de sua vida uma captação de prazer.
A felicidade não está em convergir às coisas para si e fazer de si o centro das atenções e satisfações. A felicidade não se encontra naquilo que as coisas podem nos proporcionar, quer sejam bens materiais e pessoas.
A felicidade está em se realizar em Cristo, na verdade, a felicidade é Cristo! Assim, adquirimos nossa felicidade quando nos realizamos n’Ele e fazemos d’Ele nosso sentido último. Quando entendemos isso, então começamos a entender o mistério de Deus que é Cristo.

2 para que os seus corações sejam animados, estando unidos em amor, e enriquecidos da plenitude do entendimento para o pleno conhecimento do mistério de Deus - Cristo, 3 no qual estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência. Col 2.2-3

Então, passamos a desfrutar de Jesus em um nível inigualável reconhecendo que D'Ele vem todos os recursos indispensáveis para nosso sustento, crescimento, desenvolvimento pessoal, felicidade e perfeição. De fato, em Cristo nós nos realizamos.

28 o qual nós anunciamos, admoestando a todo homem, e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo; Col 1.28

Por conseguinte, ao dependermos mais de Cristo, encontramos paz e contentamento; deixamo-nos de afligir por ausência de bens ou por incapacidade de alcançar nossos desejos e cobiças fomentados por uma sociedade que procura viver cada vez mais de aparência, resultado, estética e consumo. Assim a preponderância do ter só evidencia pessoas que estão vazias no ser.
Quando, realmente Cristo é nossa completa suficiência, nossos anseios seculares já não têm mais aqueles devidos pesos aflitivos, pois não ancoramos nossa felicidade neles, mas em Jesus.
LOUVOR 2: AO ÚNICO QUE É DIGNO DE RECEBER.


DEPENDÊNCIA EM DEUS.
Numa época com diversas facilidades, recursos e bens de consumo causa admiração saber que existem muitas pessoas frustradas. Na verdade, posso conjecturar que vivemos numa época com o maior nível de frustação de todos os tempos. Nunca em todos os tempos existiram tantas pessoas infelizes, frustradas e oprimidas como agora apesar de terem muito mais do que todas as gerações que a antecederam.

pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu. Ap.3.7

Frustração é sinal indicativo de alguém que encontra dificuldade em depender de Deus e tê-lo como todo suficiente pra si. Pessoas sofrem e estão aflitas porque depositam sua confiança em coisas ínfimas e não em Deus e por isso caem em angústias.
9  Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. 10  Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores. 1 Tm.6.9,10.
A Palavra de Deus afirma que abandonar nossa dependência de Deus além de ser pecado é um mau negócio. Pois leva a uma atitude de autossuficiência que não dará os resultados esperados gerando frustração.

13 Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram para si cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas. Jer 2.13

Portanto, meu apelo é que se você incorria nesse erro, então se arrependa nessa hora e aceite Jesus Cristo como Senhor e Salvador, pare de confiar em sua autossuficiência e comece a depender de Deus.
LOUVOR 3: SEU QUISER ADORAR A DEUS, TENHO QUE ENTENDER SEU FILHO.

CRISTO É O MISTÉRIO DE DEUS.
Aprouve ao Pai centralizar todas as coisas em Jesus Cristo. E fazer de Cristo o manancial de toda subsistência e recursos para qualquer coisa na vida. Jesus é o deleite do Pai enviado a toda criação e toda criação se realiza n’Ele.

9 desvendando-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito que propusera em Cristo, Ef.1.9
17 Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas;... 19 porque aprouve a Deus que nele habitasse toda a plenitude, Col 1.17-19.

Mais do que isso, ao entendermos que Cristo é o mistério de Deus e que nele subsiste tudo; logo percebemos que o fator relevante não é nossa realização como um foco subjetivo e egocêntrico, mas a relevância é Cristo em nós. Ou seja, nós deixamos nosso ego em ser o centro das atenções e entronizamos Jesus como centro de nossas vidas.

26 o mistério que esteve oculto dos séculos, e das gerações; mas agora foi manifesto aos seus santos, 27 a quem Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, a esperança da glória; Col 1.26-27

                A chave para encontrar a realização pessoal não está em cada um buscar seus interesses, anseios e felicidade tendo seu “eu” como ponto de partida, mas procurar acima tudo os interesses de Jesus.

31  Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? 32  Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; 33  buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mt 6.31-33.
LOUVOR 4: JESUS SANTO E UNGIDO.

O PROPÓSITO DO PAI É ENTRONIZAR CRISTO EM TODO O UNIVERSO.
Deus Pai estabeleceu sua vontade soberana e absoluta; cujo propósito é encabeçar Jesus Cristo como o centro de todas as coisas e acima de toda autoridade.
de fazer convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as coisas, tanto as do céu, como as da terra; Ef.1.10
20  o qual exerceu ele em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestiais, 21  acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir, não só no presente século, mas também no vindouro. 22  E pôs todas as coisas debaixo dos pés, e para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja, 23  a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas. Ef.1.20-23.
                Algo que devemos ter completa convicção é que Jesus será entronizado, isso não depende de nós como igreja, não depende do êxito ou fracasso na proclamação do Evangelho, não depende de nossas posições teológicas inclinadas quer seja para o triunfalismo milenarista ou para o prémilenismo tribulacionista; mas, depende de Deus em cumprir sua promessa e estamos certos de que Ele o fará.

1 Disse o SENHOR ao meu senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés... 4  O SENHOR jurou e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. Sl.110.1,4
                O fato é que Jesus voltará com poder e grande glória      e virá para estar com seu povo que o ama e tem feito d’Ele a razão de existir.

5  e da parte de Jesus Cristo, a Fiel Testemunha, o Primogênito dos mortos e o Soberano dos reis da terra. Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados, 6  e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém! 7  Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém! Ap.1.5-7.
LOUVOR 5: JESUS, ME LEVA PRA PERTO DE TI

CONCLUSÃO: DEVEMOS NOS ADEQUAR A ESSE PLANO DIVINO.
                Tendo agora essa compreensão de que Jesus é o centro do propósito do Pai, o mistério de Deus. Cabe a nós nos enquadrarmos nesse plano e fazer de Jesus “o tudo em nossas vidas”.
Em Jesus encontrarmos nossa salvação, reconhecendo-o e invocando-o como nosso Senhor e Salvador pessoal. Admitindo seu governo, senhorio e soberania sobre nossas vidas.

Então encontraremos a real felicidade que é “Cristo em vós esperança da glória”. Tendo em Jesus Cristo toda nossa suficiência, preenchendo por completo nossas vidas, sendo Ele nossa suficiente fonte de tudo que necessitamos. Ele é nosso manancial de águas vivas.
Sabendo que tudo o que precisamos está em Jesus e Ele completa todos os nossos anseios. E afirmamos: Ó Jesus, seja nosso tudo!

APELO.
Quantos querem fazer de Cristo seu Senhor e Salvador pessoal?

Quantos querem fazer de Cristo o tudo em suas vidas?

1 de abr. de 2014

CRISTO É O CENTRO DE NOSSA ADORAÇÃO

12 Pedro, vendo isto, disse ao povo: Varões israelitas, por que vos admirais deste homem? Ou, por que fitais os olhos em nós, como se por nosso próprio poder ou piedade o tivéssemos feito andar? 13 O Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus de nossos pais, glorificou a seu Servo Jesus, a quem vós entregastes e perante a face de Pilatos negastes, quando este havia resolvido soltá-lo. 14 Mas vós negastes o Santo e Justo, e pedistes que se vos desse um homicida; 15 e matastes o Autor da vida, a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas. 16 E pela fé em seu nome fez o seu nome fortalecer a este homem que vedes e conheceis; sim, a fé, que vem por ele, deu a este, na presença de todos vós, esta perfeita saúde. 17 Agora, irmãos, eu sei que o fizestes por ignorância, como também as vossas autoridades. 18 Mas Deus assim cumpriu o que já dantes pela boca de todos os seus profetas havia anunciado que o seu Cristo havia de padecer. 19 Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, de sorte que venham os tempos de refrigério, da presença do Senhor, 20 e envie ele o Cristo, que já dantes vos foi indicado, Jesus, 21 ao qual convém que o céu receba até os tempos da restauração de todas as coisas, das quais Deus falou pela boca dos seus santos profetas, desde o princípio. (Atos 3:12-21 Brasileira)

Ao observarmos as pregações apostólicas no livro de Atos constatamos que a mensagem da igreja cristã era essencialmente cristocêntrica. Ou seja, Cristo era o centro da pregação e adoração da igreja primitiva.

8 Então Pedro, cheio do Espírito Santo, lhes disse: Autoridades do povo e vós, anciãos, 9 se nós hoje somos inquiridos acerca do benefício feito a um enfermo, e do modo como foi curado, 10 seja conhecido de vós todos, e de todo o povo de Israel, que em nome de Jesus Cristo, o nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, nesse nome está este aqui, são diante de vós. 11 Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta como pedra angular. 12 E em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos. (Atos 4:8-12 Brasileira)

O que nos leva a uma pergunta: O quanto nossa mensagem, adoração, evangelho e motivação tem sido cristocêntrica?

Cristo é o centro, propósito e sentido último de tudo o que fazemos? Ou somos nós? Penso que no céu, muito do que fizemos em terra será avaliado por esse enfoque.

Ora no meio de muitas reuniões de culto e conjuntos musicais, percebe-se que alguns tão somente querem evidenciar a si mesmos ou seus talentos musicais e esquecem de evidenciar a Cristo. Fazem da oportunidade de tocar um momento para evidenciar seus talentos e performance. Estaria Cristo sendo glorificado nisso?

A proposta é voltar a cristocentricidade da adoração. Portanto, devemos ser  uma resposta, uma convocação à igreja para tornar novamente Cristo o centro das canções, o centro da adoração. É por aí mesmo nossa proposta, uma adoração bíblica e cristocêntrica.

Influência do humanismo e do iluminismo na teologia, na práxis evangélica e na adoração, a qual desperta e evoca uma adoração centrada no homem e não o criador. O interlocutor é o foco da música.

Não apenas o interlocutor se torna o centro da música, como também a ênfase está na expressão de seus sentimentos, cujos sentimentos tornam-se por fundamentar numa posição incrédula de seu parecer, de sua visão de mundo.

Existe uma constante em várias canções onde o sujeito ou interlocutor da canção parecer sempre explorar um lado debilitado de si mesmo e apresenta uma visão sombria daquilo que está ao redor, na qual ancora sua esperança em Jesus, tais canções que trazem essa característica podem levar o ouvinte a uma disposição diferente ao que nós esperamos. Embora existam muitos salmos elegíacos de Davi, penso que as canções que expressam uma visão de uma fé vigorante e otimista por parte do interlocutor onde o foco não está em seus sentimentos pessoais, mas os atributos d’Ele.

Penso que nós podemos construir uma imagem do interlocutor, que não negue a existência das debilidades e dificuldades do meio, mas que apesar disso, ele professa uma fé vigorosa acima daquilo que configura uma fé que parece mais sofredora do que vitoriosa.

Nossa função não é entretenimento, não é apresentação pessoal, nossa função é Cristo por meio da adoração e evangelização. Dois pontos fundamentais: Adoração e evangelismo.

Outro fator importante, embora o tema seja cristocêntrico, Jesus é expresso de uma forma subliminar, isto é fala-se sobre Jesus sem citar ou pronunciar o nome “Jesus”. Penso que nós deveríamos corrigir isso!

Na atualidade, existem muitas músicas ditas evangélicas que falam acerca de Deus de uma forma deísta, panteísta e subliminar de tal forma que um muçulmano, um hindu ou um espírita poderia cantar essa música a sua exclusiva deidade e não se sentir  inadequado a isso, eu penso que tal letra musical é insípida e perdeu seu valor; embora pareça artístico, certas músicas apresentarem Jesus de forma subliminar; todavia, a ideia transmitida ao público é que parece faltar coragem de assumir o nome de Cristo e declará-lo em alto e bom som.

Cristo é a razão da existência de nosso culto. Evidentemente que possam existir outros propósitos para reunirmos, mas a razão é Cristo. Se Cristo é a razão da existência de nossa vida cristã ou conjunto, então tudo que fizermos deve em primeira instância agradar a Ele.

Logo, Jesus passa a pautar e determinar todos nossos procedimentos e decisões  em nossas vidas. A pergunta é: Está Jesus determinando todos procedimentos de minha vida?

Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos, 1 Pedro 2:21 


Assim devemos focar na adoração e evangelização cristocêntrica e sermos condizentes com o propósito, momento e local. O ambiente e o momento revela aquilo que é condizente.